Conheça os 6 erros mais comuns no controle da linha de produção

Conheça os 6 erros mais comuns no controle da linha de produção


O mercado apresenta cada vez mais competitividade, exigindo que as empresas aperfeiçoem suas operações e evitem erros no controle da linha de produção. Essa dinâmica é acompanhada pela mentalidade de que, quanto mais eficiente for o serviço executado, maior é o destaque da organização e mais facilmente a concorrência será vencida, otimizando os lucros.

No entanto, para que essa situação ocorra é necessário que as indústrias compreendam amplamente seu processo produtivo e detectem as possíveis falhas para que sejam corrigidas o mais rápido possível. Esse cenário é o principal objetivo da logística de ações dentro das companhias.

Sendo assim, este artigo foi desenvolvido com o intuito de listar os principais erros cometidos no controle da linha de produção e apresentar algumas dicas para evitar esses problemas na sua empresa. Acompanhe!

1. Erro no cálculo de demanda

Um dos principais erros que ocorrem nas indústrias e que gera bastante desconforto é a falta de organização e planejamento relacionados com a produção que a empresa se compromete a executar. Dessa forma, o fato de oferecer algo além do que se pode cumprir resulta na desconfiança no mercado e perda da credibilidade da administração.

Sobretudo, o aumento da capacidade produtiva está relacionado diretamente com o maior faturamento e com o crescimento das despesas. Assim, o ideal nessas situações é que a empresa se comprometa com uma evolução estável, coerente e uniforme em vez de aumentos repentinos — que geralmente estão atrelados a maiores dificuldades e baixos retornos.

É importante que o gestor faça avaliações constantes da capacidade de produção das equipes disponíveis e determine a viabilidade de aceitação das demandas impostas pelos clientes. Somente a partir dessa metodologia que é gerada uma relação de satisfação e confiança entre o grupo de colaboradores e os compradores.

2. Ausência de manutenção

Ainda existem muitos empresários e administradores que cometem o erro grave de tratar o processo de manutenção como uma despesa que não traz retornos futuros para a organização.

Dessa forma, é importante destacar que essa é uma atividade de investimento bastante eficaz, devendo ser vista como um posicionamento estratégico executado de forma planejada.

Isso quer dizer que é completamente inviável esperar que um equipamento apresente algum problema ou falha, resultando em perdas de produtividade e de parcelas da matéria-prima para realizar o processo de assistência geral. Com isso, o mais indicado é agir antes que a adversidade surja e seja inadiável.

As manutenções preventivas nos equipamentos do processo produtivo garantem que não haja interrupções não previstas, acidentes com os trabalhadores e perdas de matéria-prima durante as atividades. Sobretudo, são esses problemas que geram as maiores despesas para uma empresa e podem comprometer os custos finais dos produtos.

Portanto, a melhor forma para de estar preparado para essas adversidades é executar um planejamento de manutenções preventivas a fim de evitá-las, promovendo um crescimento saudável para a organização.

3. Problemas de estoque

Um estoque parado significa dinheiro inerte. Existem muitas empresas que investem no armazenamento de matérias-primas, mas esquecem da conta bancária necessária para movimentar as atividades da organização.

Por isso, se uma fábrica tem problemas nesse setor, há um forte indicativo de que a saúde financeira dessa organização corre um sério risco. Sendo assim, uma gestão eficaz nesse domínio é essencial para que o empreendimento mantenha uma boa operação.

Para essas situações existem duas saídas possíveis. A primeira delas é promover um controle do estoque em função da demanda da produção, ou seja, garantir que as matérias-primas disponíveis não sejam escassas e nem volumosas, mas na quantidade ideal para um bom andamento das atividades.

A outra possibilidade é automatizar a gestão do estoque a partir de um software específico, geralmente incorporado com o setor de compras. Essa dinâmica permite que ocorram atualizações automáticas com a quantidade de produtos armazenados a fim de impedir a aquisição de novas matérias-primas inservíveis naquele momento.

4. Má gestão de custos

Sem conhecer exatamente os custos de produção da empresa, é completamente inviável realizar qualquer cálculo, definir questões como o preço de venda de um item ou a remuneração dos colaboradores, por exemplo, entre outras atividades necessárias.

O primeiro passo para ciência dessas questões é realizar um levantamento financeiro desde a matéria-prima até o setor de logística, além dos valores da hora-máquina e de vendas. A reunião dessas informações facilita a verificação dos custos de cada produto para a indústria e, posteriormente, a despesa total da unidade fabril. Sendo assim, o processo de gestão torna-se mais ágil e as decisões são mais assertivas, diminuindo os riscos de gastos elevados e outros problemas relacionados.

5. Falta de controle de processos

Não basta que todas as atividades executadas na fábrica sejam precisas se existem problemas durante a entrega dos produtos. Por isso, todos os processos devem ocorrer de maneira eficiente, dinâmica e unificada, centralizando essas demandas em um setor que faz a administração central desses fatos.

Os gestores devem estar atentos, principalmente, à cadeia de produção-transporte para controlarem o andamento dos serviços planejados. Além disso, é fundamental investir na organização dos colaboradores para que não fiquem parados, na manutenção dos veículos para evitar problemas e na gerência das rotas em função da demanda.

A logística constitui uma parte essencial da produção industrial. Se mal administrada, esse componente resulta na quebra dos recursos financeiros e até mesmo na falência do negócio. Portanto, utilizar todas as possibilidades disponíveis para gerir essa etapa garante que a execução seja eficiente.

6. Informações descentralizadas

Por fim, a ocorrência de informações descentralizadas talvez seja o problema mais comum e o de maior impacto na maioria das indústrias. Nessa situação, se os administradores responsáveis fazem registros em diferentes em planilhas ou documentos, ou simplesmente não assinalam essas diretrizes, é bem provável que ocorra o caos nas atividades dessa organização.

Nessas circunstâncias, os dados ficam descentralizados e perdidos em diversos fragmentos do processo produtivo. Como todas as informações estão desorganizadas, não é possível obter relatórios confiáveis, nem tomar decisões assertivas para a administração da empresa.

Esse cenário traz duas soluções complementares possíveis. A primeira está relacionada com a cobrança dos colaboradores para o comprometimento com as atividades desenvolvidas e com o sucesso do negócio.

Por sua vez, a outra possibilidade é a automatização total dos processos produtivos e administrativos. Essa solução resulta na eliminação dos documentos desencontrados, das pilhas de papéis e das anotações em bloquinhos, centralizando todos os dados em um único software de gestão, preferencialmente um que permita a integração de todos os setores da indústria.

Como visto, os erros no controle da linha de produção são problemas que podem comprometer o ciclo de atividades de uma indústria. Geralmente, essas dificuldades estão relacionadas com a falta de manutenção adequada, equipes mal gerenciadas e informações registradas de maneira ineficiente. A solução para esses impasses é realizar um acompanhamento eficaz dos serviços prestados pela empresa.

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Escrito por:
Dimensional
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